Consequências da toxoplasmose na gestação

Samuel Gomes Oliveira, Gabriela Meira Rodrigues, Luciene Ferreira Anjos

Resumo


Introdução: Houve milhares de casos de contágio por Toxoplasma gondii em gestantes desde sua descoberta, sendo que, as consequências da doença variam de acordo com o trimestre da gravidez, tendo como complicações mais graves o aborto ou até mesmo a hidrocefalia. É importante o conhecimento detalhada de cada etapa das consequências causadas por toxoplasmose congênita, de acordo com os trimestres, pois, são as primeiras etapas que decidirão o futuro do feto. Objetivos: Descrever as possíveis consequências da toxoplasmose congênita, explicando sobre o que é o parasito Toxoplasma gondii e quais são as principais medidas profiláticas. Metodologia: Utilizou-se a forma bibliográfica tendo como classificação revisão de literatura. Critérios de inclusão foram artigos com data de publicação menores ou iguais que quatro anos, artigos relacionados à toxoplasmose no período gestacional e toxoplasmose congênita. Critérios de exclusão adotados foram artigos com publicações maiores ou iguais do que cinco anos, artigos com fuga ao tema, blogs, sites sem certificados de segurança. Conclusão: Na população é possível encontrar sorologia positiva para o Toxoplasma gondii. Em gestantes, observou-se que no primeiro trimestre, é possível o diagnóstico precoce, evitando assim a contaminação transplacentária. Consequências mais fatais para o feto se dá no primeiro trimestre, podendo chegar ao aborto. Já no último trimestre, as taxas de contaminação são baixas, podendo a criança nascer saudável. Fazem-se necessários a consulta de pré-natal e o acompanhamento nos períodos trimestrais, pois estes fatores poderão prevenir a possível contaminação tanto para a gestante, quanto para o feto.


Palavras-chave


Toxoplasmose congênita, contaminação por gatos, pré-natal, trimestres da gestação

Texto completo:

PDF

Referências


Secretaria de Saúde do Distrito Federal (BR). Situação epidemiológica da toxoplasmose gestacional e congênita, 2020/2021 [internet]. [Brasília]: Ministério da Saúde (BR); 2022 [citado 2024 mar 31]. Disponível em: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/78219/TOXOPLASMOSE_2020_2021.pdf/1ff7046e-051f-9108-6277-ea1225534370?t=1653411897344

Diniz EMA, Vargas NSO, Vaz FAC. Toxoplasmose congênita. São Paulo: Atheneu; 2022.

Galvão CB, Ricarte ILM. Revisão sistemática de luteratura: conceituação, produção e publicação. Logeion: Filosofia da Infermação. 2019; 6(1): 57-73.

Jadjischi DC, Lougon IT, Fim GM, Bausen T, Souza LC, Xavier VS, et al. Toxoplasmose congênita: revisão bibliográfica. Revista JRG de Estudos Acadêmicos. 2024; 7(14): 1-7.

Guimarães ACCM, Gusmão RALSH, Junior NGF, Mascarenha GR, Amorim LFM, Fontana LFP, et al. Métodos diagnósticos de toxoplasmose congênita: revisão de literatura. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences. 2024; 6(3): 1446-1455;

Torquato JVMB, Souza MJC, Malaquias RLA, Faria EA, Sathler YG, Ribeiro IA, et al. Toxoplasmose e gestação: revisão de literature. 2022; 8(5): 35265-35272.

Marzola PER. Incidência de toxoplasmose congênita e fatores associados em um hospital no sul do Brasil [dissertação]. Santa Catarina: Universidade do Sul de Santa Catarina; 2021.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2024 Samuel Gomes Oliveira, Gabriela Meira Rodrigues, Luciene Ferreira Anjos



ISSN 2675-3553
INDEXADORES